|
|

volver
CESE emite exortação ao ecumenismo
Salvador, Bahia/ALC
A 9a Assembléia do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), reunida em fevereiro, em Porto Alegre, deixou desafios às igrejas brasileiras, como a defesa inflexível dos Direitos Humanos e o enfrentamento conjunto aos efeitos negativos da globalização, e aprofundou o compromisso com a busca da unidade no testemunho e no serviço.
O reconhecimento consta da "Exortação ao ecumenismo", documento emitido pela assembléia da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE), reunida dias 8 e 9 em Salvador, Bahia, onde o organismo tem sede. O documento, intitulado "O ecumenismo vive! Viva o ecumenismo", também leva a assinatura do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC).
A defesa inflexível dos Direitos Humanos é a via política e efetivamente apropriada à verdadeira garantia da segurança pública, pessoal e coletiva, argumentam CESE e CONIC. A superação do racismo, a eqüidade de gênero, a urgência na defesa do meio ambiente são tarefas que as igrejas deveriam encarar de forma conjunta, admite o texto.
O documento arrola ainda, como desafios às igrejas motivados pela Assembléia do CMI, a composição e o acesso aos fundos de cooperação ecumênica internacional, a promoção de uma cultura de paz,o aprofundamento do diálogo inter-religioso e a formação da juventude e sua participação na igreja e na sociedade.
No dia 8 de junho foi inaugurado o novo prédio da CESE, em Salvador, e o Auditório Enilson Rocha Souza, que foi um dos fundadores do organismo de serviço, e que serviu na secretaria executiva por 26 anos.
A Assembléia da CESE elegeu nova diretoria para o triênio 2006-2009, que ficou assim constituída: presidente, dom Jubal Pereira Neves, da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB); vice-presidenta, sra. Eleni Rangel, da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPIB); primeiro-tesoureiro, sr. Luiz Carlos Escobar, da Igreja Metodista (IM); segunda-tesoureira, sra. Tecla Dias Mello, da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPUB); primeiro secretário, dom André de Witte, da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR); e segunda secretária, catequista Maria Ione Pilger, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB).
|

|
|